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Venres, 30 de Decembro do 2011 |
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O PROGRAMA PARA A PROMOMOCIÓN DO IDIOMA GALEGO CUMPRE DEZ ANOS, Polo coletivo cultural Fala Ceibe do Bierzo. O coletivo cultural Fala Ceibe do Bierzo dirixe-se aos meios e à opinion pública em xeral para informar sobre o ensino do galego. Neste curso 2011-2012 que acaba de comezar cumprem-se dez anos desde a implantazon do Programa para a Promoción do Idioma Galego. Ao longo destes anos produziu-se um notábel acrescemento do número de alunos matriculados em dito Programa na maioria dos centros educativos de secundária que o dam (IES Pai Sarmiento de Villafranca, IES Bergidum Flavium de Cacabelos, IES Europa de Ponferrada e IES Virxe da Aziñeira de Ponferrada), o que demonstra un crescente interese de pais e alunos por este Programa. Con tudo, este incremento vê-se ensombrecido pelo notábel descenso e até auséncia de alunado no primeiro ciclo da E.S.o no IES de Vilafranca. |
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Sábado, 24 de Decembro do 2011 |
Um Bom Natal e Feliz 2012!!!!!  http://blip.tv/file/4420406/ |
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Luns, 26 de Setembro do 2011 |
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O vídeo é para nom perder, e apresenta a realidade da língua nossa -que é originária dum território que voa sobre as fronteiras de Javier de Burgos, quem nunca ao estabelecer as provincias tentou definir realidades regionais ou de outro tipo. |
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Luns, 26 de Setembro do 2011 |
AS MENTIRAS DA PLATAFORMA EU-NAVIEGA XEIRA Mienten descaradamente en un panfleto de esa Plataforma Liderada pola asociación Xeira e como suposta resposta al proxecto da Federación de Asociaciois del Eo-Navia, lanza á rede e á prensa un panfleto feito sen ningún rigor. É chamadeira a utilización del xentilicio "eonaviega", termo tan odiado por esta xente e que solo se entende desde un control férreo por parte dos dirixentes da Academia da Lingua Asturiana. |
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Xoves, 22 de Setembro do 2011 |
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A REFORMA CONSTITUCIONAL DE ZAPATERO. por Alexandre Banhos Desde a aprovação da Constituição em vigor no estado espanhol, a do ano 1978, foram muitas as vozes e os temas onde segundo o melhor dos sentires públicos, havia que entrar a reformar. Não esqueçamos uma cousa, que infelizmente é desconhecida polas novas gerações. No pacto constitucional entre as forças do franquismo e as progressistas e nacionalistas (a chamada transição), o texto finalmente referendado tinha um caráter de mínimos, e assim era como se apresentava de cara a se obterem o máximo de apoios para o texto que finalmente veio à luz, que foi fruto mais do trabalho duma pequena comissão, que do Congresso constituinte. Durante todo o processo da sua elaboração foi utilizada a ameaça militar, como jeito de travar qualquer avanço que fosse para termos um estado onde o respeito e a igualdade entre as nações que o formam fosse um elemento fulcral de entendimento, de maneira que esse acordo logicamente tivesse em conta tudo aquilo que é o pouso duma velha e comum história, mas partindo duns mínimos de respeito mútuo democráticos. Aprovada a Constituição, pouco a pouco o trabalho das forças estatais foi a de sacralizar o texto. Além disso, o dificultoso da sua reforma em aspectos fulcrais e que eram de mais difícil consenso social – monarquia (Lei de sucessão franquista), prevalência da nação castelhana etc. – e que sob o rígido sistema de reforma do artigo 168 do título X do texto Constitucional, na prática impossibilitavam-se mudanças e fazia que o texto aparece-se como essa peça sagrada e imutável onde não se poderia mexer.
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