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Venres, 11 de Decembro do 2009 |
LINGUA E CULTURA E ASSOCIACIONISMO NO EU-NÁVIA
A. S. - A comarca do Návia-Eu é, de todas as terras estremeiras, a que antes se arredou institucionalmente da Galiza. Esse feito, junto ao convívio da idiossincrasia galega com umha forte identidade astur, tem distanciado muito mais de nós esta bisbarra do Leste; enquanto umha quantidade importante de bercianos e seabreses aderem a um certo sentimento galego, nesta terra entre os dous rios a localizaçom é mais equívoca. Algum sector do asturianismo risca de “expansom galega” a vindicaçom da cultura tradicional; frente a esta posiçom trabalha um perdurável associativismo. Parte dele sente-se plenamente galego de naçom, enquanto outro, com a mesma legitimidade, se define como “asturiano de naçom, mas de língua e cultura galegas”. No entanto, o espanholismo mais exaltado aguilhoa de Oviedo o antigaleguismo mais primário. |
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Martes, 01 de Decembro do 2009 |
A actual vixencia do dereito foral galego en Asturias e Castela e Leónpor Gaspar Méndez No preámbulo da Lei 4/1995, do 24 de maio, de dereito civil de Galicia faise unha pequena, pero acertada, reseña histórica da evolución do noso dereito civil propio. “O dereito civil de Galicia é unha creación xenuína do pobo galego.................................................................................................................................. Este proceso de creación consuetudinario e do dereito civil, como froito dunha realidade concreta no tempo e no espacio, viuse, certamente, interrompido polo movemento codificador uniformador xurdido no século XIX. É, precisamente, o Código Civil de 1889 o que coloca á marxe da legalidade vixente unha boa parte do noso dereito civil propio, sen que esta situación fose, nin moito menos, resolta coa promulgación, en 1963, da Compilación do dereito civil de Galicia, fragmentaria, incompleta, falta de entidade propia dun sistema xurídico e, en consecuencia, en boa parte, de costas á realidade social.” |
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Mércores, 25 de Novembro do 2009 |
No Berzo imos receber Telemadrid, pois asi o acordaram as comunidades autónomas respectivas, mas non a TVG, O PP non quer. É que a TVG é uma ameaça para alguém? Nom governa o mesmo partido em Castela e Leom, e na Galiza?
Noi sei quantos canais na TDT temos, nem quantos em inglés ou outras línguas estrangeiras, mas umha das nossas línguas de berzianos e seabreses, o galego, e a TVG que até agora viamos com gosto, proíbe-se-nos. Viva a democracia respeitosa e tolerante da que gozamos na Espanha autoanémica.Perguntas que fazemos desde Fala Ceive:Nom somos todos espanhois? Há que criar barreiras entre os espanhois?Porque uma sim (telemadrid) e outra nom (TVG), neste caso ademais governando essas comunidades autónomas, o mesmo partido que se dis defensor da igualdade entre os espanhois? É o PP um partido partidário de exacerbar os nacionalismos e dizer-lhes aos seus falantes, que as línguas nom castelhanas nom som espanholas? É a democrácia espanhola "como e segundo lhes petar a alguns", pois uns som mais iguais que outros, remedando o "Brave New World"?
O Galego nom é tam nosso como o castelhano?
O que dispom o nosso Estatuto de Castela e Leom sobre respeitos e direitos linguísticos, é só a efeitos de chiste?
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Sábado, 21 de Novembro do 2009 |
A Associaçom Abertal quer que a TVG se siga avendo nas Astúriassoma-se assim à postura defendida pola imensa mairia dos concelhos ocidentais das Astúriase multiplas instituiçois A associaçom Abertal do Eu-Návia, presidida polo académico Carlos Varela, apoia a petiçom do Governo galego para que o sinal da TVG seja recebido polos decodificadores de TDT na comarca do Eu-Návia. A Abertal soma-se assim à postura defendida por todas as forças políticas galegas e polo Presidente do Estado espanhol José Luís R. Zapatero, devido à importância e estimaçom que esta televisom tem entre os seus moradores. Tendo ademais que na comarca do Eu-Návia a língua própria é o galego das Astúrias, e ajudar assim asuperarem descriminaçois que se sofrem no ocidente. Podemos ver televisois dos lugares mais diversos e pintorescos, mas nom a galega que recebiamos todos os dias nos nossos fogares com muito gosto.. Todos os presidentes das câmaras municipais ocidentais (18, salvo uma) da comarca do Eu-Návia, apoia a medida, somando-se assim a umha clara demanda social. Da Abertal, demandam ao Governo de Astúrias o compromisso em firme dum convénio com a Junta da Galiza, para que também seja posível ver a TPA na Marinha e na parte oriental galega e «nom se deixe levar polas atitudes xenófobas e irracionais>>. |
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Mércores, 04 de Novembro do 2009 |
QUEREMOS SEGUIR VENDO A TVG. A TVG EMITE EM DIGITAL, PORQUE SE NOS APAGA?, QUANDO É MUITO O QUE GOSTAMOS DELA, E EM CONTRAPARTIDA METE-SE-NOS LIXO TELEVISIVO, SEM NINGUÉM PEDI-LO. PORQUE VAM SER AS FRONTEIRAS AUTONÓMICAS MAIS INFRANQUEÁVEIS QUE AS INTERNACIONAIS?. ONDE ESTÁ O LIVRE MERCADO E A LIVRE CIRCULAÇOM DE PRODUTOS INCLUÍDOS OS TELEVISIVOS?. |
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Xoves, 29 de Outubro do 2009 |
DEMANDAS SOBRE O ENSINO DO GALEGO PARA O CURSO ACADÉMICO 2009-2010 QUE FAI A BERZIANA FALA CEIBEA Associación cultural Fala Ceibe do Bierzo dirige-se à cidadania berziana, a Consejería de Educación da Junta de Castilla e León, ao Procurador do Comum de Castilla e León e os meios de comunicación para informar-lles da actual problemática escolar do ensino da matéria de Língua Galega no Bierzo. Seguidamente indicaremos os pontos principais e mais conflictivos da aprendizaxe do galego, segundo as variadas demandas da comunidade escolar, pais, mãis, profesorado e alunado afectado.
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